terça-feira, 25 de julho de 2017

Seu corpo é Templo do Espírito

“Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a você mesmos, mas a Deus, pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto usem o seu corpo para a glória dele.”  (1 Coríntios 6.19-20)

A coisa mais importante que podemos guardar é a nossa alma, quando estivermos perto do fim de nossas vidas e não habitarmos mais este mundo o que ficará aqui de nós? Só o que restará é uma carne apodrecendo,se desmanchando e desfalecendo, somente um corpo sem vida. O que você terá deixado?
Enquanto milhares de pessoas pelo mundo a fora buscam pela beleza exterior, nós que somos escolhidos de Cristo devemos buscar pela beleza interior. Temos que nos preocupar com a nossa alma, devemos buscar a beleza do que temos dentro de nós pois é onde o Espírito Santo de Deus habita.
Por isso não importa o que a sociedade impõe. Há várias pessoas lutando pelo corpo perfeito,buscando os tratamentos mais caros para alcançar seus objetivos, gastando tudo que tem para ter as roupas mais bonitas, as bolsas mais bonitas, o celular mais caro, gastando seu tempo e dinheiro em coisas materiais. Essas pessoas fazem isso não só por elas mesmas, mas pela aprovação dos outros. Pra mostrar nas redes sociais como elas estão bem com tudo que tem e com elas mesmas, só que no fundo como será que elas realmente estão por dentro?
Viver uma vida de aparências não é o que Deus quer para nós. Claro que temos que nos cuidar em relação ao nosso corpo com saúde, pois ele é templo do Espírito Santo. Mas esse não deve ser nosso único objetivo, temos que separar um tempo para cuidar do nosso interior também.
19 Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a você mesmos, mas a Deus, 20 pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto usem o seu corpo para a glória dele.
(1 Coríntios 6.19-20)
E como fazemos isso?
O exemplo mais comum para explicar a forma como nosso corpo é templo do Espírito é comparando nosso coração com uma casa que possui vários quartos. Nossa casa (coração) está trancada e só Jesus tem a chave e somente depois da conversão Ele pode entrar e transformar tudo. Os quartos da casa estão todos sujos e mal arrumados, Jesus depois que se muda para a casa é capaz de mudar tudo, Ele tira o que não pertence ali e limpa cada quarto. E assim o Espírito Santo vai poder entrar e morar ali também.
Ser templo do Espírito Santo é um privilégio, mas também uma responsabilidade muito grande. A Bíblia diz claramente que o Espírito Santo habita em nós. E, por isso, devemos ter cuidado com diversas coisas:
a) Devemos ter uma vida santa diante de Deus e cuidar para o pecado não dominar o nosso corpo, pois ele é templo do Espírito Santo: “Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo” (1 Coríntios 6:18).
b) Devemos ainda cuidar para que o Espírito Santo não se entristeça por causa de nossa falta de temor a Deus e falta de zelo para com a nossa vida cristã: “E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção” (Efésios 4:30).
c) Devemos trabalhar para não sufocar, menosprezar, minimizar a ação do Espírito Santo em nossas vidas sendo negligentes e não ouvindo à voz de Deus: “Não apagueis o Espírito” (1 Tessalonicenses 5:19).
d) Devemos, como templo do Espírito Santo, glorificar a Deus por meio de nossa vida, do nosso corpo, pois o custo da nossa salvação foi muito alto para nós menosprezarmos a ação Dele e Sua obra em nossas vidas.
20 Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
A palavra nos fala para usarmos nosso corpo para a glória de Deus e glorificar a Deus em nosso espírito, pois corpo e espírito pertencem a Ele. E ainda diz que embora exteriormente estejamos a desgastar-nosinteriormente estamos sendo renovados dia após dia e que precisamos ter como nosso objetivo aquilo que não se vê, pois o que se vê aqui na terra é transitório, mas se nos focarmos naquilo que não se vê estaremos nos preparando para o que é eterno.
Então devemos parar com essa busca insana pela beleza exterior para nos encaixarmos nos padrões do mundo e focarmos na beleza interior (da nossa alma) através de um relacionamento com Deus.
16 Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia,
17 pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles.
18 Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.
(2 Coríntios 4. 16-18)

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Uma grande diferença


  • Você já orou por sua cidade e seu bairro? E pelas igrejas de seu bairro?
Há pouco tempo me mudei de uma cidade grande para o interior. As maiores diferenças que todo mundo imagina das cidades da grande São Paulo para as cidades do interior de São Paulo é o acesso, o desenvolvimento e as oportunidades. Mas para mim a maior diferença que pude notar foi no bairro em que passei a morar.
Quando estava na cidade grande morava em um bairro conhecido e considerado um dos melhores; apesar das ocorrências não muito boas que infelizmente vivenciei lá. O problema é que aquilo que as pessoas achavam daquele lugar era só aparência, assim como a cidade em si, que foi onde eu nasci, era conhecida por ser de primeiro mundo, bem desenvolvida e com uma expectativa de vida bem alta. Mas os seus moradores, as pessoas que viveram ali por anos sabiam que não era bem assim.
Sei que nenhum lugar é perfeito, mas foi somente depois que me mudei de lá para o interior, uma cidade não muito longe de São Paulo, que segundo a opinião das pessoas era considerada atrasada, eu pude perceber a diferença. O que eu sentia mais falta era das pequenas igrejas que ficam nos bairros. Essas igrejas que tem uma pequena porta e que delas podemos ouvir sons bem altos de adoração quando estamos passando na frente. Nos bairros das grandes cidades não se encontram mais dessas pequenas igrejas. É claro que ainda existem os pequenos grupos feitos nas casas que durante a semana se reúnem para comunhão. Só que a grande diferença é que para aquele que estiver perdido à procura de uma palavra e ao andar pelas ruas ver a porta de uma igreja aberta há uma chance maior dele entrar ali para receber a palavra. As igrejas pequenas dentro dos bairros possuem essa identificação que torna mais fácil para aqueles que estão passando por perto sentirem-se convidados a entrar. Já com os grupos pequenos isso não é possível (não estou diminuindo a importância dos grupos pequenos, mas mostrando a probabilidade do que realmente pode acontecer). Essa é a diferença das cidades grandes que possuem grandes templos, mas poucas igrejas nos bairros.
No bairro onde eu vivo agora ouço das pessoas “Vai para o culto hoje?”, uma frase que eu não fazia ideia que sentia falta. Pois é uma frase que demonstra comunhão e que principalmente mostra a importância da família de irmãos que formam uma igreja. Essa é a grande diferença! Em tempos de conferências, eventos e reuniões das grandes congregações a sensação de família espiritual foi deixada de lado.
Eu mesma pertencia a uma igreja com mais de mil membros e havia me perdido da ideia de família dentro da igreja. Pois lá dentro só o que eu conseguia ver eram os grupos (as chamadas ‘panelinhas’) que infelizmente se formaram ao longo dos anos, onde um grupo não se envolvia com o outro e assim até mesmo dentro dos ministérios (que já é uma separação ordenada com o foco de cada um ter o seu papel na obra) surgiram estes grupos que só prejudicavam o andamento do próprio ministério. Por exemplo, os jovens e adolescentes quando tinham um líder para colocar ordem e trazer um objetivo para cada membro de cada um dos ministérios conseguiam alcançar os objetivos, manter o foco e trouxeram grandes frutos que impactaram a igreja. Só que os líderes atenderam cada um o seu chamado dado por Deus naqueles ministérios, e quando terminaram Deus chamou um para realizar a obra em outra congregação e o outro Deus chamou para mudar de país. Assim os ministérios dos jovens e adolescentes na minha igreja ficaram sem nenhum líder e o que eu vi acontecer ali foi muito triste, os grupos voltaram a se formar e as separações dentro do ministério voltaram também. Eles podiam ter continuado com a obra no ministério se tivessem permanecido unidos.
No bairro onde eu moro agora até mesmo durante a semana vejo pelas pequenas portas pessoas orando e louvando dentro das igrejas. Mesmo que ali tenham menos de 10 pessoas você consegue sentir a presença de Deus. Não é preciso um grande palco, nem uma infraestrutura moderna e nem um pregador conhecido, se dentro da igreja não há uma família. Se naquele ambiente não é sentida a presença de Deus.
Não é o local, não é a estrutura, não é o pregador ou o grupo de louvor. É a família quem traz comunhão para a igreja.
20 Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.
(Mateus 18.20)
 
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